Porto Canta (O)

Nome da Canção: Porto Canta (O)
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Lenita Gentil; Florência; Conjunto Iniciadores; Agostinho; Isabel Vitorino; Rui Vaz com Cátia Garcia
Outros:  1º Prémio Grande Marcha de S. João 1969

Letra

 O Porto enfeitou-se… vestiu-se de cor
E a cidade inteira… encheu-se de luz
O São João trouxe… folia e amor
Que a gente tripeira… em versos traduz

Por essas janelas… balões enfeitados
Cheiro a manjerico… craveiros em flor
Há trovas singelas… pares de namorados
E nos bailaricos… há beijos de amor

O Porto canta na noite de São João
É festa, é festa
Passa a marcha alegremente
O Porto canta coma voz da mocidade
São as festas da cidade
Canta alegre toda a gente

O Douro passando… lá vai sonhador
E á sua maneira… canta uma canção
Fogueiras brilhando… dão luz e calor
E a cidade inteira… é só coração

A marcha que passa… vem ver, vem ouvir
Vai linda e singela… canta a São João
E ao vê-la com graça… o Porto a sorrir
Feliz vai com ela… de arquinho e balão

Lenita Gentil

Florência

Isabel Vitorino

Conjunto Iniciadores

Rui Vaz com Cátia Garcia

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [C] [F] [I] [L] [R]] [ Áudio e Vídeo ]

De Rosa ao Peito

Nome da Canção: De Rosa ao Peito
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Florência; Mary Faty com coro de A Comandita; Rui Vaz e Florência

De Rosa ao Peito,

 De rosa ao peito na roda
Eu bailei com quem calhou (2x)
Tantas voltas dei bailando
Que a rosa se desfolhou (2x)

Refrão:
Quem tem, quem tem
amor a seu jeito
Colha a rosa branca,
ponha a rosa ao peito (2x)

Ó roseira, roseirinha
Roseira do meu jardim (2x)
Se de rosas gostas tanto
Porque não gostas de mim (2x)

Refrão (5x)

Colha a rosa branca,
ponha a rosa ao peito
Colha a rosa branca,
ponha a rosa ao peito

Florência

PEQUENA HOMENAGEM DA FAMÍLIA DO MAESTRO RESENDE DIAS AO SAUDOSO AMIGO “JOSÉ GUIMARÃES” PELA PARCERIA EM QUE OS DOIS TRABALHARAM AO LONGO DE UMA GRANDE PARTE DA SUA VIDA, MUITAS VEZES COM A INTERPRETAÇÃO DA GRANDE “FLORÊNCIA”, a quem se deve a interpretação de tantas das suas canções e que tornou famosa “DE ROSA AO PEITO”!

Transcrevemos, com autorização do autor, Fernando Campos de Castro, o que este leu numa Homenagem em Memória dos dois AMIGOS, que teve lugar a 04 de Maio de 2007 no Clube Fenianos Portuense:

HOMENAGEM A RESENDE DIAS e JOSE GUIMARÃES

RESENDE DIAS/JOSÉ GUIMARÃES…!
Podiam, perfeitamente, ser um nome de canção.
No entanto, as suas canções,
É que os fizeram ser nome na boca de toda a gente.
Foram e sê-lo-ão com certeza
Enquanto aqui resistir, contra ventos e marés
Uma garganta que canta esta língua portuguesa

Para nós, são sempre uma FESTA
Vinda num ECO DO MONTE, expresso num longo abraço
Puseram a ROSA AO PEITO, e com ternura a seu jeito
Deram alma, vida e respeito, à vida de um PALHAÇO

Com um LOUCO CORAÇÃO
Deram luz aos OLHOS VERDES mais bonitos que já vi
Deram vida ao SALINEIRO e alegria à SAUDADE
Foram um BARCO RABELO e foram SOL DE MADRID
Mais um SOMBREIRO ESPANHOL e CRAVOS DE LIBERDADE

E foi com BARCOS E REDES
Que fizeram VOLTARÁS, numa TRISTE MADRUGADA
Porque a NOITE COMEÇOU, talvez num ÚLTIMO BEIJO
Na vida que é tudo e NADA

Fizeram tantas canções que não passaram de moda
Porque o RESENDE e o ZÉ GUIMARÃES sabiam
Que a tristeza e à’legria são parte da nossa vida
E que A VIDA É UM RODA

A MODA D’AMORA NEGRA
E ROSA DE MIRAGAIA
A doce CASA VELHINHA tão ao gosto deste povo
E DIA DE PROCISSÃO tão solene e popular
ROSAS BRANCAS, SEMPRE JOVEM,
MESTRE BATISTA, ATÉ QUANDO
E mais de mil cantigas que tivemos p’ra cantar!

E também o PORTO À NOITE
Dos meus TEMPOS DE MENINO, numa viela perdida
Por onde AQUELA CRIANÇA de MÃOS VAZIAS resiste
Mas VOLTOU DE NOVO O AMOR
Que UM NADA NOS ENCHE A VIDA
E NO FADO NEM TUDO É TRISTE

Foram amigos de artistas
Que a um chamavam MAESTRO
E o outro era o POETA em jeito familiar
Porque o RESENDE e o ZÉ, se entregaram com alma
A todos esses artistas que gostavam de os cantar

E foi com RESENDE DIAS que foram muito mais longe
As palavras do POETA
Porque as palavras com música
São mais fáceis de aprender
E a mensagem mais directa

Sofreram. Foram esquecidos
Tal como sofre ou se esquece na vida qualquer pessoa…
Talvez porque nunca foram, nem nunca quiseram ser
Um MAESTRO e um POETA, duma dupla de Lisboa!

Mas apesar da injustiça
Os dois artistas não param
Dizendo que não se importam
Que CADA UM SABE DE SI
E que as coisas são como são

Porque sabem que o seu Porto
Esta cidade granito
Traz na boca em cada dia, seu nome numa canção.

Por tudo quando nos deram
E pelas canções que fizeram a esta terra dilecta
Nunca mais esqueceremos
RESENDE DIAS/MAESTRO
E ZÉ GUIMARÃES/POETA

Fernando Campos de Castro
Porto, 04 de Maio de 2007

Para ouvir melhor a canção, pode entrar-se na Antena 1, mas “aguentar” 15 segundos de reclame! É só seguir:

http://www.rtp.pt/play/p307/e196962/alma-lusa

Mary Faty com coro de A Comandita


Rui Vaz e Florência


[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [F] [M] [R] ] [ Áudio e Vídeo ]

Cantiga do Douro

Nome da Canção: Cantiga do Douro
Autor da Letra: Quadras Populares
Autor da Música: Resende Dias
Intérprete: Florência; Maria José e seu Mini Trio; Rui Vaz com Maria do Sameiro

Florência

 

Maria José e seu Mini Trio

 

Rui Vaz com Maria do Sameiro

 

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Moda da Amora Negra (parte I)

Nome da Canção: Moda da Amora Negra
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Florência; Aurélio Perry; Banda de Monção; Conjunto Beira Rio; Maria Dilar; Adélia Pedrosa; Melanie; Sete Saias; Rui Vaz

Florência

Antes mesmo de apresentar o vídeo da primeira gravação desta canção, na interpretação de FLORÊNCIA, a Família aproveita para recordar que o autor da letra, José Guimarães, fez com o Maestro Resende Dias uma parceria que deu frutos musicais ao longo de toda a vida de Resende Dias, tendo registado pelo menos 492 canções da autoria dos dois…

Mas há uma referência especial a esta canção, pois escolheu-a para a milésima letra da autoria de José Guimarães.

A propósito, pode-se entrar nos links aqui indicados:

“JOSÉ GUIMARÃES (Letrista)”, em:

http://fadocanto.blogspot.pt/2008/08/jos-guimares-letrista.html

E «“Moda da Amora Negra” colou-se à sua pele… Florência», em:

https://festivaiscancao.wordpress.com/2016/08/18/moda-da-amora-negra-colou-se-a-sua-pele-florencia/

Aurélio Perry


Conjunto Beira Rio


Maria Dilar


Adélia Pedrosa


Melanie


Banda de Monção

Sete Saias

“Como um aficionado pela cultura, acho maravilhoso este grupo como combustível propulsor das tradições de Portugal, também enraizadas aqui no Brasil, através de suas músicas, danças, folclores e outros atributos dos usos e costumes dos povos. E no ensejo da oportunidade, registro a minha admiração pela beleza destas mulheres, e eu que pensei que só o Brasil mantinha o status de mulheres mais bonitas do mundo, pela sua diversidade étnica. A vocês 7 Saias, minhas sinceras admirações.” – comentário de Manoel Moreira

Rui Vaz

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete  [A] [B] [C] [F] [M] [R] [S] ] [ Áudio e Vídeo ]

Senhora Mãe

Nome da Canção: Senhora Mãe (Ó Senhora Mãe)
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérprete: Florência; Aurélio Perry; Helena Santos; Rui Vaz

Florência

Aurélio Perry

Helena Santos

Rui Vaz

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [F] [A] [H] [R] ] [ Áudio e Vídeo – 5 ]

Sentido Proíbido

Nome da Canção: Sentido Proíbido
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Natércia Maria; António Freitas

Natércia Maria

António Freitas

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [A] [N] [ Áudio e Vídeo 6 ]

No Fado Nem Tudo é Triste

Nome da Canção: No Fado Nem Tudo é Triste
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Florência; Natércia Maria; Heitor Gil De Vilhena; Aurélio Perry; António Freitas

Florência


Natércia Maria


Heitor Gil De Vilhena


Aurélio Perry


António Freitas

 

[ Discografia – por canção ]  [ Discografia – por intérprete  [A] [F] [H] [N] ] [ Áudio e Vídeo – 2 ]

Exposição “Júlio Resende. A Palavra e a Mão”

A exposição “Júlio Resende. A Palavra e a Mão” vai incluir ilustrações literárias, desde banda desenhada ao desenho humorístico, e tem como fio condutor a relação do pintor com vários escritores.

JR2019

A exposição “Júlio Resende. A Palavra e a Mão” estará disponível de 22 de março a 19 de maio, no Museu Nacional de Soares dos Reis
JOSE COELHO/LUSA

Autor

O Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, vai receber, de 22 de março a 19 de maio, a exposição “Júlio Resende. A Palavra e a Mão“, sobre a relação entre o pintor e a palavra escrita.MNSR

Segundo o museu, além de pinturas e fragmentos literários, a exposição vai também incluir “ilustrações literárias a que Júlio Resende se dedicou, da banda desenhada e do desenho humorístico, que desde cedo publicou na imprensa, e da produção de figurinos e cenários para textos dramáticos levados à cena”, por companhias como o Teatro Experimental do Porto, o Teatro Experimental de Cascais e a Seiva Trupe.

A exposição tem como fio condutor a relação do pintor com escritores como Vergílio Ferreira, Eugénio de Andrade, Mário Cláudio, Vasco Graça Moura, Fernando Namora ou Viale Moutinho, que abordaram o seu trabalho em diferentes momentos do seu longo itinerário artístico e identificaram os traços definidores da sua presença na arte e na cultura portuguesas”, pode ler-se no texto de apresentação da mostra organizada em colaboração com a Fundação Júlio Resende — Lugar do Desenho.

De acordo com o mesmo texto, trabalhos de “pintura e desenho, estudos e projetos destinados a uma prática artística abrangente e de grande cunho experimental permitem observar Júlio Resende entre a imagem e o texto, na multiplicidade de discursos a que se soube adaptar e que sobre ele foram elaborados”.

A exposição vai incluir a publicação de um catálogo com textos do historiador de arte e curador João Pinharanda, atual diretor do Camões — Centro Cultural Português, em Paris, do professor universitário e escritor José António Gomes (João Pedro Messeder) e de Júlio Gago, histórico do Teatro Experimental do Porto, entre outros.

Júlio Resende nasceu em 23 de outubro de 1917 no Porto, onde frequentou a Academia Silva Porto e a Escola de Belas-Artes, sendo discípulo de Dórdio Gomes, e terminando o curso em 1945, com a pintura “Os Fantoches”, como recorda a biografia disponibilizada pelo Lugar do Desenho.

Por dificuldades financeiras decorrentes da má situação económica da loja paterna, viu-se obrigado a suportar sozinho as despesas do curso, através da venda de trabalhos gráficos, como desenhos publicitários, banda desenhada e ilustrações. Desta faceta menos conhecida da sua obra, que se prolongou temporalmente dos anos 1930 aos anos 1970, podem destacar-se as histórias de Matulinho e Matulão, publicadas n’O Primeiro de Janeiro, entre 1942 e 1952, e as colaborações nas Revistas Infantis O Papagaio e Tic-Tac”, recorda a biografia publicada pela Universidade do Porto, em memória de antigos alunos ilustres.

Professor do ensino secundário, esteve na criação do Grupo dos Independentes, com Júlio Pomar, Nadir Afonso e Fernando Lanhas, entre outros, e veio a diplomar-se também em Ciências Pedagógicas pela Universidade de Coimbra, em 1956.

Autor de múltiplas obras no espaço público, desde o fresco da escola Gomes Teixeira, no Porto, a painéis de azulejo para a estação de comboios de Vilar Formoso, passando por vários trabalhos nos palácios da Justiça de Lisboa e Porto, tem entre as suas criações mais conhecidas o painel “Ribeira Negra”.

Júlio Resende morreu em 21 de setembro de 2011, aos 93 anos, em Valbom, Gondomar.

Pode aceder ao artigo original, publicado no site “Jornal Observador”, em 14-03-2019, AQUI

Exposição “Júlio Resende. A Palavra e a Mão”

JR2019

Inaugura no dia 22 de Março, às 18h30, no Museu Nacional de Soares dos Reis a exposição “Júlio Resende – A Palavra e a Mão”. Contamos com a sua presença!

O Museu Nacional de Soares dos Reis está a organizar uma exposição de obras de Júlio Resende (1917-2011), cujo centenário se celebrou ao longo do ano anterior. A exposição tem como fio condutor a relação do pintor com escritores como Vergílio Ferreira, Eugénio de Andrade, Mário Cláudio, Vasco Graça Moura, Fernando Namora ou Viale Moutinho, que abordaram o seu trabalho em diferentes momentos do seu longo itinerário artístico e identificaram os traços definidores da sua presença na arte e na cultura portuguesas. Pintura de colecções particulares e institucionais e fragmentos literários preenchem o núcleo central da exposição. A exposição contempla outras dimensões da relação entre a palavra e a imagem, nomeadamente através das ilustrações literárias a que Júlio Resende se dedicou, da banda desenhada e do desenho humorístico, que desde cedo publicou na imprensa, e da produção de figurinos e cenários para textos dramáticos levados à cena pelo Teatro Experimental do Porto, pelo Teatro Experimental de Cascais e pela Seiva Trupe. Pintura e desenho, estudos e projectos destinados a uma prática artística abrangente e de grande cunho experimental, permitem observar Júlio Resende entre a imagem e o texto, na multiplicidade de discursos a que se soube adaptar e que sobre ele foram elaborados. A exposição é organizada com a colaboração da Fundação Júlio Resende-Lugar do Desenho e prevê a edição de um catálogo que terá textos de autores como João Pinharanda, José António Gomes e Júlio Gago.

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Vem

Nome da Canção: Vem
Música: Carlos Resende Dias
Letra: Carlos Resende Dias
Intérpretes: Os Coopers; Paula Ribas; Ana Maria
Orquestração: Orq. Resende Dias
F1010011

Os Coopers

Paula Ribas

Ana Maria

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[ Discografia Carlos Resende ] [ Carlos Resende ] [ Carlos Resende – Breves Notas Biográficas ] [ Família ]

Poema De Sol

Nome da Canção: Poema De Sol
Música: Carlos Resende Dias
Letra: Aníbal e Carlos Resende Dias
Intérprete: Aníbal
Outros: Arranjo e Direcção Musical de Resende Dias
Grande Gala da Canção Poveira, Póvoa de Varzim (1973)
F1010011

Aníbal

[ Discografia Carlos Resende ] [ Carlos Resende ] [ Carlos Resende – Breves Notas Biográficas ] [ Família ]

Mulher de Cera

Nome da Canção: Mulher de Cera
Música: Carlos Resende Dias
Letra: Carlos Resende Dias
Intérprete: Gabriel Cardoso
Orquestração: Orq. Resende Dias
Outros: IX Festival da Canção Hispano-Português de Aranda do Douro (1968)
F1010011

Gabriel Cardoso

[ Discografia Carlos Resende ] [ Carlos Resende ] [ Carlos Resende – Breves Notas Biográficas ] [ Família ]

Sonho de Amor

Nome da Canção: Sonho de Amor
Autor da Letra: Eça de Deus (pseudónimo de Moisés Santos)
Autor da Música: Eça de Deus (pseudónimo de Moisés Santos)
Intérprete: Fernando Rocha
Outros: Orquestração e Direcção de RESENDE DIAS

O Fernando Rocha comentou: A música e a letra de “Sonho de Amor” são de Eça de Deus (pseudónimo de Moisés Santos), autor do folhetim radiofónico, do Rádio Clube do Norte, em que foi incluído esse tango, depois gravado em disco single, com orquestração e direcção de Resende Dias.

Fernando Rocha

No YOUTUBE está:

SONHO DE AMOR “FERNANDO ROCHA GRANDE LOCUTOR DA RENASCENCA DO PORTO”

COMENTÁRIO:
Fernando Rocha
Há 3 anos

Obrigado pela inclusão desta musica que fez parte de uma Rádionovela transmitida pelo Rádio Clube do Norte com estúdios que existiram na Rua Duque de Loulé no Porto, nos anos 60. Agradeço também a forma elogiosa como se refere à minha pessoa.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=_J96bvgbOgQ

Pequenas NOTAS BIOGRÁFICAS, por Fernando Rocha:
https://resendedias.wordpress.com/mensagens/notas-biograficas/

[ Discografia – Outros Compositores ]

Este Meu Vira Maroto

Nome da Canção: Este Meu Vira Maroto
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérprete: Fernanda Gonçalves e José Augusto

Fernanda Gonçalves e José Augusto

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [F] ] [ Áudio e Vídeo 7 ]

Lisboa meu cais de esperança

Nome da Canção:  Lisboa meu Cais de Esperança
Autor da Letra: Maria Natália Miranda
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Alexandra Cruz; Quinteto Harmonia
Outros: 1º Prémio das Marchas de Lisboa 1982

Alexandra Cruz

Quinteto Harmonia

[ Discografia – por canção ]  [ Discografia – por intérprete [ A ][ Q ]] [ Áudio e Vídeo – 5 ]

Já Lisboa cheira a cravos

Nome da Canção:  Já Lisboa Cheira a Cravos
Autor da Letra: Maria Natália Miranda
Autor da Música: Resende Dias
Intérpretes: Alexandra Cruz; Quinteto Harmonia
Outros: 1977 – 1º Prémio das Marchas de Lisboa 1981

Alexandra Cruz

Quinteto Harmonia

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [ A ][ Q ]] [ Áudio e Vídeo – 5 ]

Resende, Nome de Músicos

RESENDE, NOME DE MÚSICOS

No dia 2 de Outubro de 2018, 3ªf, às 17h, realiza-se no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça de Carlos Alberto, 71 — Porto) uma mesa redonda com o título:

“Resende, Nome de Músicos”

com os oradores Ana Maria Liberal e Henrique Gomes de Araújo e com moderação de Luís Cabral.

Participação musical de Mateus Barros.

No contexto da Música no Porto, será tratada a Família de Júlio Resende, com destaque para a Mãe, Emília Resende, e para o irmão, Maestro Resende Dias.

Esta iniciativa insere-se nas Comemorações do Centenário de Nascimento do Pintor Júlio Resende.


Pode ver mais informação em:

Áudio e Vídeo: https://resendedias.wordpress.com/audio-e-video/

Discografia por Canção: https://resendedias.wordpress.com/discografiacancaoa/

Emília Resende: https://resendedias.wordpress.com/2013/05/09/emilia-resende/

Discografia de Emília Resende: https://resendedias.wordpress.com/discografia-emilia-resende/

Júlio Resende: https://resendedias.wordpress.com/2013/05/09/julio-resende/

 

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Ribeira Negra

Nome da Canção: Ribeira Negra
Autor da Letra: José Guimarães
Autor da Música: Resende Dias
Intérprete:  Augusto Fernandes

 

Augusto Fernandes

[ Discografia – por canção ] [ Discografia – por intérprete [A]] [ Áudio e Vídeo 4 ]

 

“AMAR O PORTO” – artigo de Helder Pacheco

Hélder Pacheco, Professor , e escritor

Embora a pós-modernidade avassaladora que nos conduz de défice em défice até à vitória final, daqui por outro milénio, considere estas coisas pirosas, retrógradas e, quando não, reaccionárias, penso que, em muita gente, continua a existir um vivo sentimento de pertença ao Porto.

Sentimento expresso em laços que se atam, firmes, em íntimas ligações afectivas com os lugares, em entranhadas formas de identificação com a cidade, nas suas grandezas e misérias, nas suas aspirações e desconcertos. Expresso naquilo que os provincianos em geral e em particular os mais de todos, que são os da capital do Novo Império, consideram a pior baixeza o bairrismo portuense. A isso, alguns – não sei quantos – tripeiros gargalham e não será o “patriotismo global” e a modernidade do couce (querendo dizer para trás, atrás, na retaguarda onde continuamos, não obstante Mestre Camilo ter escrito que o país entrava no futuro aos couces), que os fará esquecer de tal atributo.

Bairrismos. Por exemplo, um jovem ex-autarca e ex-político (daqueles de que o país precisa activos, competentes e, sobretudo, íntegros e que, talvez, por isso se afastam desta lamentável comédia de costumes a que assistimos diariamente), escreveu-me dizendo: penso que gostaria de saber que dei um pequeno contributo, ou melhor, dois pequenos contributos para inverter a taxa de natalidade do nosso Porto. No dia 26 de Janeiro nasceram, em Paranhos, o Francisco e o João. O próximo passo pretendo que seja o regresso ao Porto, em 2008. Não é isto uma prova de amor e fidelidade à cidade? Pois que regresse rapidamente ao Burgo e, se possível, à política, onde faz muita falta. E vivam os dois neo-tripeiros!

Também de um amigo – como eu nascido na Vitória – professor catedrático na Universidade do Minho, onde se exilou, recebi carta emotiva e repleta de nostalgias da sua infância portuense, de que, pelos vistos, não quer libertar-se, nem quer esquecer. É uma maravilha e, entre outras coisas, diz (a propósito de uma foto sua, com outra companheira de infância) “Apesar da idade que tínhamos a Lili e eu, ficamos bem na fotografia, de pose, que tirámos no estúdio fotográfico que ficava, também, na nossa rua. Era um rés-do-chão, creio que pegado à casa em que vivia o Carlos Alberto Enes e sua irmã Fátima, que foi o meu primeiro “namorico””.

Na realidade pisei pela primeira vez o palco, com cinco anos pela mão da família Resende e até aos meus 15 anos fui representando, fazendo rir e cantando, normalmente em solo, inserido nesse grande clube que era o Rádio Clube Infantil. Várias árias de óperas eram adaptadas para português e de forma jocosa. Aquela que cantei com a Lili era da ópera Genoveva, de Schumann. Todos os textos tinham o dedo de D. Emília Resende e de seu filho Resende Dias.

Outras se seguiram, terminando com “La Donna E Mobile”, num espectáculo no Coliseu cheio, em que fui compère, na roupagem de um sinaleiro e por isso cantava um automovilé, dois automovilés e seguia-se toda a ária, com adaptação da letra nesta base.”

E, adiante, conta “Frequentei o Chave d’Ouro e o Tropical, na Batalha, onde convivi com a Dalila Rocha e o Jaime Valverde. Também na minha lista constam o Palladium, o Avis e o Estrela. Joguei muito bilhar no Palladium: livre, 104, sargento, 3 tabelas, etc. Quando veio o snooker, ao disputar o torneio da cidade, fui ao Rivoli, ao Café Novo e à Confeitaria Peninsular.”

E mais evoca “Veio-me à memória a recordação dos “trampolineiros”, que vendiam banha da cobra na Cordoaria, sempre acompanhados do seu macaquinho. Recordei as vezes que, miúdo como era, acompanhava a minha criada à Adega Macedo para encher o garrafão de vinho para a semana e ir a uma casa, nos fundos, que depois passou a ser o Avis, comprar petróleo, carvão e carqueja. Acompanhei muitas vezes a minha avó ao Mercado do Anjo e ao do Peixe, junto às Virtudes, agora Palácio da Justiça.”

E ainda à frente “Frequentemente admirei a miniatura do eléctrico que se encontrava dependurado num armazém de fazendas, lembrando o desastre provocado por um grande “amarelo” que, ao descer a Rua das Carmelitas (e não a da Assunção), não conseguiu fazer a curva para descer os Clérigos e espetou-se nesse armazém, que à porta sempre tinha um caixeiro a chamar a clientela.”

E, depois de mais considerações, remata “A carta já vai longa, a saudade e as recordações são muitas e ao escrever sempre me vieram ao rosto algumas lágrimas.” (Entendem o que é o sentimento de amar o Porto, esta cidade única, dramática e – apesar de tudo quanto lhe têm feito – nobilitante e inesquecível?)

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S. João do Porto

Nome da Canção: S. João do Porto
Intérprete: Artur de Sá
Outros: Arranjos musicais de Resende Dias

Artur de Sá

 

Comentário de Miguel Ângelo Catarino Vaquinhas, no YouTube
Publicado a 23/06/2017

Esta gravação data de 1958 e pertence à Banda 1 da Face B do disco EP de 45 R.P.M. editado em 1978, 20 anos depois, pela marca “Parlophone”, etiqueta “Valentim de Carvalho”, de seu nome “S. João do Porto”, em que os cantores portuenses Isabel Silva e Artur de Sá interpretam quatro marchas populares do Norte de Portugal.
Esta é a marcha “S. João do Porto”, uma bela e animada moda popular oriunda do nosso folclore, que hoje é muito impopular no grande público, com arranjos musicais do grande compositor Resende Dias, aqui interpretada pelo Conjunto Típico e Sexteto Vocal Masculino, ambos da Emissora Nacional, e dirigidos pelo maestro Resende Dias, cuja obra e legado tem sido divulgados constantemente pelos membros da sua família, nomeadamente pela sua filha, a minha querida amiga Teresa Resende.
Graças a esta importante divulgação, o nome de Resende Dias tem sido resgatado do esquecimento, e tem sido alvo de análises e estudos de todos os especialistas da história da Música Ligeira Portuguesa.
Este registo foi retirado da compilação histórica “Santos Populares – Marchas e Canções”, editada em 22 de Junho de 2010, dois dias antes do São João, 2010 pela IPLAY/Valentim de Carvalho, que reúne 20 marchas e canções relacionadas com os Santos Populares, e que já não se encontra facilmente no mercado habitual.
Curiosamente, a editora atribuiu as autorias a Artur Ribeiro e Ferrer Trindade, que foram efectivamente autores da rabela “São João do Porto”, mas cuja rabela é uma criação de Maria Amélia Canossa, e em nada se assemelha com esta moda popular do Folclore Português.
Mais uma cantiga integrada no ciclo “Santos Populares – Marchas e Canções”, destinado exclusivamente à divulgação de marchas e cantigas relacionadas com a época festiva em que vivemos.
Espero que gostem e BOAS FESTAS PARA TODOS!

[ Discografia – Outros Compositores ]

Grândola Vila Morena

Nome da Canção: Grândola Vila Morena
Autor da Música: José Afonso
Autor da Letra: José Afonso
Intérprete: Vozes Livres
Outros: Direção Musical de Resende Dias

Vozes Livres

[ Discografia – Outros Compositores ]

Dia 8 de junho de 2017 – OBRIGADA RESENDE DIAS

Centenáriologo

Dia 8 de junho de 2017 – OBRIGADA RESENDE DIAS

ENTRADA LIVRE

ENCONTRO/CONVÍVIO sobre o MAESTRO RESENDE DIAS

Programa especialmente organizado com Artistas que viveram e vivem com as músicas de RESENDE DIAS e as tornarão presentes para os Amigos e todos os queiram connosco conviver.

ENCONTRO/CONVÍVIO com a presença de: Fernando Rocha, Manuel Morais, Maestro José Quelhas, Aurélio Perry, Maria da Luz, Hélder (da Natércia), Inês Guimarães e filhos (do José Guimarães), Tony Reis, Maria Mota, Arlindo Leitão, Mª Amélia Canossa, Mirita Morais, Fernando Rios, Fernanda Moreira, Pedro Ferreira, Lurdes Sousa, Arlindo de Oliveira, Arnaldo Fonseca (NOKAS), etcccccccccccc…

Propositadamente, foi escolhido uma tarde à semana e um local na cidade do Porto, CASA DAS ARTES.

Convívio RESENDE DIAS

Informação adicional:

Rua Ruben A, n.º 210 4150-639 Porto
Localização N 41º15’62808’’ | W 8º64’38488
http://www.culturanorte.pt/pt/patrimonio/casa-das-artes/

A Família agradece a participação dos Amigos – e de Amigos dos Amigos.

Muito obrigada, em nome da FAMÍLIA DO MAESTRO RESENDE DIAS, pela divulgação e presença.

Para quem tem Facebook: https://www.facebook.com/events/1910813009166025/?active_tab=about

 

Galeria de imagens Casa das Artes:

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