CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO – RESENDE DIAS ESCRITURÁRIO (Nota 9ª)

Já se falou, na NOTA SOLTA 8ª, que o MAESTRO RESENDE DIAS integrou a ORQUESTRA SINFÓNICA DO PORTO, desde a sua fundação.

Mas até surgir essa nova oportunidade, não conseguia viver e manter uma família só com as parcas gratificações recebidas pela sua vida artística, e isso ainda era mais marcante por ser vivida no Porto, sua cidade e a que não quis renunciar para se deslocar para Lisboa e ter outro relevo profissional na música.

Assim sendo, procurou algo de estável para lhe proporcionar os meios económicos necessários. Talvez muitos não saibam, mas com alegria entrou para a CÂMARA MUNICIPAL do PORTO, como funcionário ESCRITURÁRIO.

A Família do Maestro queria poder fazer a história dessa parte importante da sua actividade profissional, para o que solicitou à Câmara Municipal do Porto documentação que pudesse utilizar como informação a dispor aqui nesta Página. Foi muito bem atendida, pelo que agradece, reconhecidamente, a disponibilidade demonstrada e, em especial, agradece a quem teve a seu cargo esse trabalho. Só com esta preciosa ajuda se pode passar a expor o que segue.

Mas o primeiro documento a mostrar pela Família do MAESTRO RESENDE DIAS vai ser a sua Certidão de Nascimento, datada de 29 de Maio de 1916.

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E então agora, os documentos disponibilizados pela Câmara Municipal do Porto e que RESENDE DIAS (SILVA DIAS) teve que apresentar em 30 de Janeiro de 1941, com 24 anos, para poder exercer as funções pretendidas:

 

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Por curiosidade histórica para as pessoas mais jovens… como era obrigatório então entregar, seguem as duas Declarações:

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Também neste espaço temos a oportunidade de comprovar a época de Serviço Militar de RESENDE DIAS: Como explica no documento seguinte, foi alistado como 1º Cabo Miliciano em 21 de Junho de 1936 (com 20 anos feitos); foi incorporado em 5 de Março de 1937 e, depois de um ano e pouco, em 31 de Maio de 1938, passou à disponibilidade.

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Então, aqui podemos mostrar:

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Depois aparecem mais 4 documentos relativos à saúde:

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Entretanto, mostra-se o requerimento a pedir a “Certidão de Registo de Tutelas” e a sua resposta de que “nada consta”:

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Vem, de seguida, uma nova “Certidão de Nascimento” actualizada para este processo:

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Depois de dois anos ao serviço, foi preciso uma nova Declaração política de RESENDE DIAS e um pedido de Atestado comprovativo de que faz 2 anos de serviço, tudo datado de 1943:

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Entre tantas papeladas, será bom relatar a alegria com que o MAESTRO RESENDE DIAS muitas vezes chegava à sua casa nova, com prendas vindas dos funcionários jardineiros da Câmara, a quem ele atendia pessoalmente e fazia os respectivos pagamentos mensais… Resultado: O jardim de sua casa estava sempre com novas plantas que iam crescendo com o passar dos anos. Talvez a foto familiar que segue ajude a recordar o que se escreveu:

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E os anos passavam, e em 1948 ía começar a ORQUESTRA SINFÓNICA no Porto, tendo o MAESTRO RESENDE DIAS sido escolhido para o naipe das violas de orquestra.

Foi o momento da decisão, o do pedido de licença sem vencimento, seguido depois, já em 1957, pelo pedido de licença ilimitada, revelado pelo documento que segue:

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E depois as respostas ao solicitado:

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Os anos passam depressa com a vida artística repleta de acontecimentos… e chega a hora de pedir a aposentação, em Outubro de 1983. Atenção, um dos documentos finais refere os descontos sobre os vencimentos, em escudos como teria que ser… pode-se encontrar com facilidade:

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E, como último documento, insere-se este de resumo:

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E é assim o FINAL desta 9ª NOTA SOLTA, aproveitando a FAMÍLIA DO MAESTRO RESENDE DIAS a oportunidade para renovar os agradecimentos pela cedência de cópias desta vasta documentação!

 

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TRIBUTO AOS MÚSICOS DA ORQUESTRA RESENDE DIAS (Nota 10ª)

 Décadas: 60-70-80-90-00-10

Abílio Ramos / Piano, Sintetizador e Acordeão / 90-00-10 (desde 1992)
Agostinho Almeida / Voz e Bateria / 80-90-00-10 (desde 1987)
Agostinho Henrique / Bateria / 80-90 (1989-1990)
Albino Leitão / Bateria e Voz / 90-00-10 (desde 1990)
André Ramos / Flauta e Sintetizador / 90-00 (1998-2007)
António Borges / Acordeão / 60-70
Arnaldo Dias / Saxofone e Bandoneon / 60-70
Arnaldo Fonseca / Acordeão / 80-90 (1985-1994)
Cabrera / Violino/ 60-70
“Capitão” / Bateria / 80
Carlos Fontes / Violino / 60-70-80
Carlos Resende / Guitarra / 60-70-80-90-10 (1969-1998)
Cesário Freitas / Guitarra / 00-10 (desde 2003)
Costa Santos / Contrabaixo /60-70
Cruz / Bateria / 60-70
Dário Peixoto / Violino / 60-70-80
Emídio / Saxofone / 60-70
Emílio Magalhães / Violino / 60-70
Fernando Ferreira / Violino / 70-80-90-00 (até 2007)
Fortuna / Contrabaixo / 50-60
Gouveia / Trombone / 60-70
Italo Caffi / Guitarra / 70
Jacob Oliveira / Bateria / 70-80 (1971-1989)
José Camarinha / Violino / 80
José Fernando / Violino / 80-90
José Luís Duarte / Violino e Violeta / 60-70
José Mota / Sintetizador / 00-10 (2006-2011)
José Quelhas / Piano / 80-90
José Resende / Baixo e Guitarra / 60-70-80-90-00-10 (desde 1969)
Lopes / Saxofone / 70-80
Lorival / Violino / 70-80-90
Luís Trigo / Harmónica e Violino / 00-10 (desde 2006)
Macedo / Trompete / 70-80
Manuel Silva / Bateria / 80-90
Mário Delgado / Piano e Violino / 60-70
Morgado / Flauta / 60-70-80
Mota / Guitarra de Fado / 70-80
Óscar Teixeira / Trompete / 70-80 (até 1985)
Passos / Bateria / 60-70
Pestana / Trompete / 60-70
Ribeiro da Silva / Trombone / 60-70
Samuel Paixão / Guitarra de Fado / 60-70
Sousa / Trompete / 70
Sousa Galvão / Bateria / 60
Tavares / Violino / 80

[E tantos outros…]

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ORQUESTRA SINFÓNICA DO PORTO (Nota 8ª)

Uma das facetas musicais mais importantes na vida profissional do MAESTRO RESENDE DIAS foi a sua integração na ORQUESTRA SINFÓNICA DO PORTO, desde a sua fundação.

Talvez, para começar a comentar o facto, seja interessante mostrar uma “velhinha” publicação do Jornal de Notícias, de 17 de Novembro de 1954

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E agora segue outra reportagem, esta de “O Primeiro de Janeiro” – com pena mas não está datado – que refere o número de Concertos realizados nos seus 28 anos de actividade! Como se sabe o ano da Fundação, 1948, aliás indicado também no esquisso biográfico, pode-se confirmar que esta reportagem é publicada em 1976.

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Aproveita-se esta notícia para destacar que, embora o MAESTRO RESENDE DIAS sempre tenha sido conhecido pelas “músicas ligeiras” – de que é autor e intérprete, com a sua Orquestra de Música Ligeira – foi convidado para integrar a Orquestra Sinfónica do Porto desde a fundação, no naipe de viola de orquestra, ao lado de sua Mãe, a professora de música EMÍLIA RESENDE.

Na foto do jornal e na foto abaixo, extraída de um livro sobre o Porto, RESENDE DIAS com os seus cabelos brancos vê-se bem, é o terceiro da direita na primeira fila, no local do 2º viola. Várias vezes os maestros e os seus colegas quiseram que tomasse o lugar de 1º viola, situação que nunca aceitou e que só exerceu nalguma circunstância ocasional por impedimento do respectivo 1º viola, como seu substituto no cargo.

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A este propósito a Família sempre ouviu, mesmo directamente da voz do RESENDE DIAS, contar que uma vez, a solicitação era tal para que aceitasse o cargo de 1º viola que ele, sentindo a pressão e continuando na recusa, viu com estranheza que todos os colegas do naipe se começaram a levantar, a pegar nas respectivas cadeiras, e a colocarem-se um lugar atrás, ficando ele sozinho na 1ª fila.

A reacção foi imediata: pegou também ele na sua própria cadeira e foi pôr-se na fila atrás, ao lado esquerdo do então 1º viola. E tudo acabou em brincadeira e risos, e ninguém mais, a partir desse dia, o voltou a importunar com o mesmo pedido.

Mas ele explicava a razão da recusa: tinha muitas responsabilidades fora da Orquestra Sinfónica e, como 2º viola, sentia-se menos constrangido. Nunca deixava de trazer a viola para casa, quando tinha que fazer algum solo, em alternativa ao 1º viola, mas isso era raro – em casa pouquíssimas vezes se ouvia o RESENDE DIAS a tocar viola de orquestra, pois bastavam os ensaios da Orquestra Sinfónica para sempre acompanhar todas as músicas, tocando-as logo ali na primeira vez que lhe eram entregues.

Aqui, para terminar, junta-se uma foto de RESENDE DIAS no final de um Concerto, num corredor, guardando o seu instrumento na respectiva caixa.

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ORFEÃO DO PORTO (Nota 7ª)

Desta vez falaremos um pouquinho deste famoso Orfeão e das suas BODAS de OURO, em 1960.

Para marcar a data, fez-se uma publicação interessante, com a capa que segue:

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Será que conseguiram reconhecer o Maestro de costas, de cabelos brancos, gordinho e baixito? Pois, é mesmo o MAESTRO RESENDE DIAS. Mas vejamos algo mais da publicação:

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ETC, ETC, ETC, até:

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E então agora segue a fotografia do grupo completo, com o RESENDE DIAS no centro:

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Este cargo foi assumido temporariamente. A restante vida profissional não permitia que esta experiência tão enriquecedora durasse muito tempo! E acabou por ter que deixar o seu lugar para outro Maestro. Mas aqui fica a memória de mais esta feliz ocupação e dedicação profissional, que deixou saudades…

E o interesse pelo Orfeão do Porto continuou e a comprová-lo podemos mostrar mais duas reportagens bem guardadas pelo MAESTRO RESENDE DIAS e sua Família:

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REGRESSO (Nota 6º)

Há um ano iniciámos este Sítio com o REGRESSO do MAESTRO RESENDE DIAS.

Hoje, 1º aniversário do Sítio e 98º do MAESTRO RESENDE DIAS queremos voltar ao Regresso, mas de outra forma…

Vamos ver o REGRESSO !!!

Primeiro veremos na versão impressa, com referência aos autores, ao II FESTIVAL DA CANÇÃO PORTUGUESA – realizado em 1961 –  e à sua impressão, bem como a outros autores que participaram… E preço, atenção, 10$00, era muito dinheiro então!

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E outra versão impressa:

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Agora são capas de músicas e uma orquestração, tudo escrito à mão pelo MAESTRO RESENDE DIAS.
Pode clicar nas imagens e visualizar em ambiente fotográfico. Para regressar clicar na cruz existente no canto superior esquerdo.

Para completar, mostramos ainda uma página de “CRÓNICA FEMININA” e ainda outra página com pequena reportagem impressa; em ambas, daquela época, aparecem referências a esta música, REGRESSO!

Pode-se ampliar, para ler melhor.

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… E VIVA O CÔCO… canção sobre o Sr. ARREPIADO (Nota 5ª)

Na sequência da Terceira NOTA SOLTA, vem a propósito acrescentar qual a origem da imagem, com o desenho do Júlio Resende, datado de 1937, que aparece como ilustração no livro TELEFONIA.

Nas EMISSÕES do RÁDIO CLUBE INFANTIL e da RÁDIO-PORTO, bem como nas Festas Infantis organizadas pelo RÁDIO CLUBE INFANTIL, havia  sempre um personagem muito esperado, o Senhor ARREPIADO ou, em alternativa mais pomposa, Sua Exa. o Sr. Comendador FAGUNTES ARREPIADO. Quem é que sempre fazia esse papel? O Júlio Resende, que brincava com as crianças, dançava com elas, cantava para e com elas.

Senhor Arrepiado

Dentre tantas, a canção que não podia faltar era esta: … E VIVA O CÔCO…, indicada na publicação como tendo MÚSICA E LETRA DE SILVA DIAS. E agora a explicação que faltava: Quem é esse SILVA DIAS?

Podemos acrescentar então que “António Martins da Silva Dias” era o nome de Registo e de Baptismo do MAESTRO RESENDE DIAS. Daí começar por usar o nome artístico de “Silva Dias”. Mas acontece que, logo desde jovem, ao inscrever-se na Sociedade Portuguesa de Autores, foi informado que já havia outro artista com esse nome e seria necessário escolher outro (na actualidade essa exigência já não se faz). Como o apelido “Dias” vinha do seu Pai, procurou no nome da Mãe – depois do casamento “Emília Rezende da Silva Dias” -. Passado pouco tempo – por exemplo numa Declaração datada de 1942 – já estava indicado como “Emília Resende da Silva Dias” (com “s” em vez de “z”). Então passou a escolher o nome artístico de ANTÓNIO RESENDE DIAS ou, mais simpresmente, RESENDE DIAS ( muito poucas vezes aparece com “z” o seu apelido). O Maestro nunca chegou e legalizar oficialmente a inclusão de RESENDE mas, quando foi registar o nome dos filhos, já assumiu que o seu nome era António Martins RESENDE da Silva Dias e assim os filhos ficaram todos com os apelidos de LANHAS (da esposa, Maria José Fonseca Lanhas da Silva Dias) e de RESENDE DIAS.

Depois desta divagação, dada como uma curiosidade familiar, vamos ao prospeto impresso e à venda nas lojas de músicas, como diz na contra capa. Então vejamos o prospecto, capa e contra capa e depois, interior:

 

img-E Viva O Côco-4_1-limpoE agora

img-E Viva o Côco-2_3-limpoPode-se clicar para ver as digitalizações ampliadas.

E a verdade é esta: Temos na imagem do interior a Música e a Letra da canção: … E VIVA O CÔCO…

O CÔCO é um chapéu, com a forma que se pode ver no desenho, e que nunca faltou ao Sr. ARREPIADO!

Quem souber música, pode já começar a cantar!!!

Note-se ainda que, afinal, o MAESTRO RESENDE DIAS não era só o autor da Música, como sempre foi conhecido, mas nalgumas das suas composições também foi o autor da Letra. Isso aconteceu mais vezes, especialmente em Músicas para crianças. Chama-se a atenção para o facto da canção BEIJINHOS, da autoria do MAESTRO RESENDE DIAS, Música e Letra, cantada por Belinda Teresa, canção vencedora da 4ª Gala Internacional dos Pequenos Cantores – Gala para a UNICEF – Figueira da Foz -17-18 de Julho de 1982, que teve também o “PRÉMIO JORNAL DE NOTÍCIAS” correspondente à MELHOR LETRA!!! Outra curiosidade, concordam?

E agora, sugere-se que passem ao MENU “VIDEOS MUSICAIS PARA CRIANÇAS”, abaixo do MENU “ÁUDIOS E VIDEOS”, e apreciem a gravação da época, com esta canção.

 

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ANIKI-BÓBÓ (Nota 4ª)

Falemos deste famoso filme de MANOEL DE OLIVEIRA, rodado na Ribeira, PORTO, e com estreia Nacional no Eden-Teatro, Lisboa, em 18 de Dezembro de 1942.

Neste filme há uma pequena pincelada que gostaríamos de destacar: uma cena com um Cantor de Rua, o Manuel de Azevedo, que está acompanhado por músicos. Poucos saberão que o que toca violino, tem óculos e faz de “cego” é o MAESTRO RESENDE DIAS!

Do LIVRO COMEMORATIVO DO CINQUENTENÁRIO desse filme, reproduzimos algumas páginas relativas ao GUIÃO, para se perceber a situação:

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Agora parece oportuno referir que a PORTO EDITORA, em Julho de 2001, editou o livro “DICIONÁRIO DE PERSONALIDADES PORTUENSES DO SÉCULO 20”, por “encomenda” da “Sociedade Porto 2001” em que, correndo a ordem alfabética, se encontra RESENDE DIAS, com duas páginas como se pode analisar, e em que a fotografia escolhida foi uma das que foram tiradas em paragens de filmagens onde se encontra a tocar “concertina”, instrumento tão do seu agrado naqueles anos, até porque o podia transportar e levar com facilidade para onde fosse. Vamos apreciar:

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Aniki Bóbó

 

Aniki Bóbó

 

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